Os alunos da 8ª série A, a partir da leitura do conto O RETRATO OVAL, de Allan Poe, e do estudo do gênero textual CONTO, produziram contos de terror, tendo como protagonista um espelho. Leia as produções da turma e aprecie as imagens da roda de leitura, que aconteceu debaixo do flamboyant da Escola Estadual Tomé Francisco da Silva, em Lagoa da Cruz, Quixaba. A atividade foi filmada por uma equipe da Secretaria de Educação de Pernambuco, para participar de um documentário do Projeto "Minha Escola, uma excelente escola".
Leia os contos e confira o resultado de um trabalho de produção de texto, que tem como base a contextualização, a situação sociocomunicativa e as finalidades da escrita. todo o trabalho foi direcionado pela professora Rosineide.
A MALDIÇÃO DO ESPELHO
Era um dia
tedioso quando minha amiga Júlia me ligou, chamando para ir para a fazenda do
seu avô com Vitória, Camila e Vanessa.
Arrumei as malas e fomos. Chegando lá, guardamos as malas e quando eu ia saindo do quarto, escutei um som e vi um vulto sombrio, mas nem liguei, pois estava ansiosa para ir à sala com elas.
Arrumei as malas e fomos. Chegando lá, guardamos as malas e quando eu ia saindo do quarto, escutei um som e vi um vulto sombrio, mas nem liguei, pois estava ansiosa para ir à sala com elas.
Ao
chegarmos lá, a Vitória não estava conosco, fomos procurá-la e não a achamos.
Poucos minutos depois, sumiu a Camila, não as procuramos, pois pensamos que era
uma brincadeira.
A gente foi
para a sala e Vanessa gritou:
- Vitória e Camila, podem aparecer, já é tarde,
venham logo!
Percebemos
que a Júlia estava estranha então perguntamos a ela o que foi e ela nos disse:
- As pessoas falam que aqui é mal assombrado,
falam que aqui mora uma bruxa má, que coloca o espelho na sua frente, e se você
olhar fica em transe, então ela te leva para seu esconderijo. E só há um jeito
de quebrar esta maldição: é colocando o espelho na frente dela, e assim, só
assim, ela morre. Por isso eu chamei vocês aqui, para quebrarmos a maldição!
Em seguida
fomos descer a escada do sótão, pois era lá que a bruxa morava, as escadas eram
sujas, parecia que ninguém nunca as tinham limpado; então, de repente vimos o
espelho, ele era cheio de teias de aranhas e com um cheiro horrível de mofo, e
a bruxa estava lhe segurando, ela era horrenda.
Fomos
andando até que de repente, a Júlia pegou o espelho e a bruxa começou a gritar,
finamente, Júlia colocou o espelho no seu rosto e ela sumiu.
Começamos a
andar por aquele lugar sujo, feio, mofado e com vários morcegos voando sobre
nossas cabeças, vimos as fotos dos seus antigos donos, vimos também uma luz lá
atrás, era a Vitória e a Camila, elas estavam amarradas e com medo, soltamos
elas e saímos correndo daquele lugar com o espelho.
Entramos no
carro da Júlia, quebramos o espelho e fomos para casa. Quando chegamos na
frente do cemitério, justamente lá, o carro faltou gasolina.
Apareceram
vários zumbis, corremos deles, mas não conseguimos passar e havia um nevoeiro
logo lá.
Começamos a
rezar “Ó espirito de Deus repousa sobre nós, e caminhando vamos...”, Tudo foi
desaparecendo e aí está a prova que Deus existe!
Aluna-autora: Ana Beatriz Marinho Vieira, 8ª “A”.
AGUARDE OS OUTROS CONTOS QUE ESTÃO EM FASE DE DIGITAÇÃO E REVISÃO.
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